Robótica – Nasa remarca missão que levará robô a Marte para maio de 2018


Imagem natural de Marte vista pelas lentes do telescópio Hubble. É possível perceber uma das calotas polares na parte inferior da fotografia – uma mistura de água e dióxido de carbono congelados.(NASAHubble TelescopeVEJAVEJA)
Foto tirada pelo veículo da NASA Opportunity. A paisagem desértica está dentro de uma das gigantescas crateras do planeta vermelho.(NASAJPL-CaltechCornell UniversVEJAVEJA)
Outra fotografia tirada pelo Opportunity, no dia 28 de abril de 2010, dessa vez no limite da cratera Endeavor, destino final após anos de exploração no planeta.(NASAJPLCornellUniversity of AVEJAVEJA)
O Grand Canyon marciano é 10 vezes mais longo, 20 vezes mais largo e cinco veze mais profundo do que o original, localizado nos Estados Unidos. A foto foi tirada pela sonda Odyssey e colorido por meio de computação gráfica para se aproximar com o espectro de cores visível aos seres humanos.(NASAArizona State UniversityVEJAVEJA)
Foto tirada pelo veículo Spirit, irmão gêmeo do Opportunity mostrando indícios de que Marte já foi um ambiente úmido e não ácido, possivelmente favorável à vida.(NASAJPL-CaltechCornell UniversVEJAVEJA)
Imagem dos rastros deixados pelo veículo espacial Opportunity na desértica paisagem marciana, ao sul do planeta.(NASAJPL-CaltechVEJAVEJA)
Lado oeste de uma cratera de impacto nas latitudes medianas ao norte do planeta. A foto foi tirada pelo orbitador Mars Reconnaissance Orbiter (MRO), no dia 13 de abril de 2010.(AP PhotoNASAVEJAVEJA)
Concepção artística da sonda Phoenix, missão liderada pelo cientista brasileiro Ramon de Paula, na superfície de Marte.(NASAJPL via Getty ImagesVEJAVEJA)
Foto registrada pela missão da agência européia Mars Express, em setembro de 2005. A parte escura mostra uma rede de vales que se parecem com as redes de drenagem da Terra. A ciência ainda não descobriu se esses vales originaram-se à partir de chuvas, lençóis subterrâneos ou derramamentos de magma na superfície.(ESA via Getty ImagesVEJAVEJA)
Mais uma imagem registrada pela Mars Express. Aqui, o Echus Chasma, uma das maiores regiões de fonte de água em Marte.(ESA via Getty ImagesVEJAVEJA)
Outro ângulo do gigantesco Echus Chasma, uma das maiores regiões de fonte de água em Marte. Mostra um penhasco impressionante, com 4.000 metros de altura. Cientistas acreditam que cachoeiras colossais já derramaram suas águas através do penhasco há centenas de milhões de anos. O solo, incrivelmente plano, foi inundado por lava basaltica.(ESA via Getty ImagesVEJAVEJA)

A Nasa informou na última quarta-feira que remarcou para 5 de maio de 2018 a missão que levará o robô InSight para estudar o solo de Marte. Segundo a agência espacial americana, o pouso em solo do planeta vermelho está previsto para 28 de novembro de 2018. O lançamento do robô estava marcado para o último 4 de março, mas foi suspenso em dezembro de 2015.

O adiamento ocorreu devido a problemas em uma câmara de vácuo que abriga um sismômetro, item projetado para medir movimentos de terra tão pequenos quanto o diâmetro de um átomo. O componente, imprescindível para o sucesso da missão, foi fornecido pelo Centro Nacional de Estudos Espaciais da França (CNES). A Nasa e o CNES vão reconstruir a câmara e testá-la durante 2017. Os custos do atraso de dois anos da missão estão sendo averiguados pela equipe da Nasa e devem ser divulgados em agosto.

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“A busca por compreender o interior de Marte tem sido um objetivo de longa data de cientistas planetários. Estamos animados por estar de volta com uma data de lançamento, agora em 2018”, disse John Grunsfeld, administrador associado para as missões científicas da agência espacial americana.

Missão InSight – A InSight é a primeira missão destinada a estudar a estrutura interior de Marte para esclarecer como o planeta evoluiu geologicamente ao longo dos seus 4,6 bilhões de anos.

Além disso, mais do que uma missão para Marte, a InSight também tem como objetivo abordar uma das questões mais fundamentais da ciência dos planetas do Sistema Solar: a compreensão dos processos que moldaram os planetas rochosos – incluindo a Terra.

Segundo a Nasa, Marte é o planeta que possui o interior geologicamente mais parecido com a Terra, fundamental para a realização do estudo profundo dos processos de formação dos planetas do Sistema Solar.

(Da redação)



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